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domingo, 15 de novembro de 2009

    Porque não há um padrão nacional para a tensão (ou voltagem) que chega às tomadas das nossas casas. Quando o Brasil começou a montar sua rede elétrica, no início do século 20, diferentes companhias se estabeleceram em cada região do país. "A escolha do sistema de 110 volts ou de 220 volts dependeu do país de origem das primeiras empresas e de uma análise de custos: a quantidade de consumidores por metro quadrado, o dinheiro para a instalação e para os materiais necessários, como transformadores e cabos", afirma Ronaldo Roncolatto, gerente de engenharia da empresa CPFL. Nesses primórdios da eletrificação, as canadenses Rio de Janeiro Tramway, Light & Power e São Paulo Light & Power instalaram redes de 110 volts para consumo residencial nas duas principais cidades da Região Sudeste. Já as primeiras concessionárias que distribuíram energia na Região Nordeste optaram pelo 220. Nos dois casos, os sistemas continuam os mesmos até hoje porque, depois de instalada, é inviável reformar toda a rede de distribuição - custaria uma nota preta. E não há nenhuma razão forte para justificar esse gasto. "Existem vantagens e desvantagens em cada tipo de sistema. Não se pode dizer que um é mais vantajoso que o outro sempre", diz Ronaldo. Por isso, não dá para dizer que exista uma tendência clara a respeito de qual será a tensão dominante no futuro. Abaixo, a gente enumera os pontos fortes e fracos do 110 e do 220 em cinco perguntas cruciais.

Volt contar...

... Cinco diferenças entre 110 e 220 volts. Presta tensão!
Qual é a tensão mais segura?
A 110 volts. Na hora que um dedo vai parar acidentalmente na tomada, o choque de 220 volts é duas vezes mais forte que um de 110 volts. Isso porque, no caso do corpo humano, quanto maior a tensão na tomada, maior a corrente elétrica que causa o choque. É o contrário do que rola com os aparelhos elétricos.

Qual é a melhor tensão para evitar apagões?
A 220 volts. Geralmente, um "apagão" ocorre quando as casas solicitam um excesso de corrente elétrica à rede de distribuição. Ligar aparelhos em 220 volts é uma forma de evitar essa sobrecarga porque, quanto maior a tensão, menor é a corrente que os aparelhos elétricos usam para funcionar.

Qual é a tensão com manutenção mais barata?
É a 220 volts - pelo menos para os concessionários. Esse sistema usa menos transformadores e cabos mais baratos no caminho da distribuidora até o consumidor final.

Qual é a tensão que consome menos recursos ambientais?
Não faz diferença. Para nossos recursos naturais (por exemplo, a água das hidrelétricas), também não importam nem a tensão nem a corrente. O que conta mesmo é a potência total dos aparelhos ligados à rede elétrica.

Qual é a tensão mais econômica para o consumidor?
Não faz diferença, porque o consumo é medido em quilowatt-hora - ou seja, pela potência e pelo tempo de funcionamento dos aparelhos ligados. Para reduzir a conta de luz, é preciso usar menos os aparelhos ou optar por modelos menos potentes.

QUAL A CAPACIDADE DO HD MAIS POTENTE DO MUNDO?

    1 terabyte, o que equivale a mil gigabytes ou 1 trilhão de bytes. O disco rígido que quebrou a barreira dos gigabytes, dando um pequeno passo para um disquinho de 9 centímetros, mas um passo de gigante para a história da informática, foi o Deskstar 7k1000, fabricado pela japonesa Hitachi. "Dá para armazenar 500 filmes de duas horas com resolução standard ou 125 filmes em alta-definição, ou 300 mil fotos, ou 1 milhão de livros eletrônicos, ou 250 mil músicas", disse o diretor de produto e estratégia de mercado da Hitachi, Doug Pickford, em uma entrevista para o site PodTech.net.
    Mas o patamar de terabyte não deve durar por muito tempo: antes mesmo de lançar no mercado o Deskstar 7k1000, a Hitachi já avisou que em 2009 deve botar na rua um HD com 2 terabytes, e sua concorrente Seagate, que também planeja chegar à casa dos terabytes em 2007, comprou a briga, anunciando que em 2009 terá o rei dos HDs, com 2,5 tera. Para os padrões atuais isso pode parecer uma simples disputa por um recorde, mas, se lembrarmos que há dez anos a IBM fez estardalhaço ao desenvolver um HD com capacidade de 16,8 gigabytes (o equivalente a dois filmes em alta-definição) e que na internet há mais de 5 exabytes ou 5 milhões de terabytes de informações (essa era a estimativa do presidente do Google no começo do ano passado), 2 ou 2,5 terabytes deixam de soar como um valor astronômico e logo parecerão pouco.

COMO FORAM TIRADAS AS FOTOS DO GOOGLE EARTH?

1. O Google Earth surgiu do costume do Google de comprar boas idéias e turbiná-las. Em 2004, eles compraram a empresa Keyhole, criadora do Earth Viewer, uma espécie de Google Earth mais arcaico. A Keyhole, por sua vez, já fazia negócios com a empresa Digital Globe - dona do satélite Quickbird - que continuou sendo a maior vendedora de imagens para o Google Earth

2. Lançado em outubro de 2001, o satélite Quickbird orbita ao redor da Terra a uma altura de 450 quilômetros. Sua capacidade de armazenamento é de 128 gigabytes. Viajando a uma velocidade média de 25 560 km/h, ele demora de um a três dias e meio para voltar ao mesmo ponto

3. O Quickbird fotografa a superfície terrestre com diferentes níveis de zoom e resolução. Já notou a diferença das imagens de Las Vegas e São Paulo? Para locais muito procurados (como Las Vegas), o Google encomenda fotos melhores - e, portanto, mais caras. No zoom máximo, o Quickbird consegue clicar uma área de 1 km2 como se estivesse a 60 metros de altura

4. Depois de tiradas, as fotos são enviadas para antenas que retransmitem o material para os laboratórios da Keyhole. Lá, os programadores juntam as fotos numa espécie de quebra-cabeça e depois mandam o arquivo para o Google, cuja sede fica na Califórnia

5. Uma vez nos servidores do Google, usuários do mundo inteiro que baixaram o Google Earth podem conferir o resultado. Mas lembre-se de que essas imagens são de propriedade do Google. Portanto, se quiser usar imagens de satélite, prefira o World Wind, software da Nasa, livre de direitos autorais

6. Nem tudo são flores. Temendo ações terroristas e defendendo segredos militares, governos do mundo inteiro entram na Justiça tentando censurar imagens estratégicas. E alguns conseguem: a imagem da casa do vice-presidente americano Dick Cheney, por exemplo, está totalmente desfocada

7. O futuro do Google Earth é tornar as imagens tridimensionais. Enquanto isso não é feito com fotos, dá para o usuário criar digitalmente o volume de prédios, montanhas ou até da própria casa. Para isso, o próprio Google criou uma ferramenta para desenhar modelos 3D, o Google SketchUp (http://sketchup.google.com)

8. Em muitas partes do planeta a atualização das imagens demora uma eternidade. Tente, por exemplo, encontrar o buraco nas obras do metrô de São Paulo. Não encontrará, porque, quando a foto do local foi tirada, as obras nem tinham começado. Portanto, nem adianta dar tchauzinho para o céu e esperar se ver na tela do computador

COMO FUNCIONA UM CHIP DE COMPUTADOR?

    Todos os tipos de chips - dos mais simples, como o de um relógio digital, aos mais complexos, como o de um poderoso Pentium 4 - não passam de um aglomerado de componentes eletrônicos, os transistores. Eles são a estrutura básica para que o computador realize todas as suas atividades. O segredo é o material de que os transistores são feitos: o silício, um mineral que muda de comportamento conforme a presença ou ausência de corrente elétrica. A partir dos sinais enviados pelo usuário (vale lembrar que, dentro do computador, uma ordem como um toque no teclado é transformada em uma série de impulsos elétricos), os transistores em conjunto são capazes de armazenar dados e realizar operações aritméticas que possibilitam todas as funções do computador, de um simples digitar de letras às mais multimídia. Apesar de o transistor ter sido inventado em 1947, somente em 1971 a Intel conseguiu a enorme façanha de colocar 2 300 deles dentro de uma pastilha de 3 por 4 milímetros, criando o primeiro chip. Hoje, um processador Pentium 4 possui 42 milhões de transistores.

Caixa-mundo

Dentro de um chip do tamanho de uma unha ficam 42 milhões de componentes eletrônicos
1. A placa mãe é a unidade central de todo computador, responsável pela conexão de todas as peças que formam a máquina. De todos os seus componentes, os mais importantes são os diferentes tipos de chip que ela contém

2. Visto de fora, o chip é um quadradinho preto minúsculo, mas essa é apenas a sua embalagem - a parte funcional não chega a ter o tamanho de uma unha. Dentro desse ambiente ficam os componentes responsáveis pela "mágica" digital, os transistores

3. O transistor é uma pecinha com três filamentos metálicos - o emissor, a base e o coletor - e camadas de silício, um material que pode permitir ou não a passagem de corrente elétrica. Lembre-se que a corrente é feita de elétrons, as partículas negativas dos átomos

4. As camadas de silício são de dois tipos: as do tipo N, "dopadas" com átomos como fósforo, têm elétrons extras. As do tipo P, "dopadas" com átomos como o boro, têm poucos elétrons. Geralmente, rola um "sanduíche" dessas camadas (no desenho, o transistor é um N-P-N)

5. Quando o usuário dá uma ordem ao computador, podem ocorrer duas coisas nos transistores. A primeira é a ordem não mudar nada: os elétrons do silício tipo P ficam dispersos e não passa corrente do emissor ao coletor. Nesse caso, é como se o transistor fosse um interruptor desligado

6. A segunda possibilidade é a ordem disparar uma carga positiva na base do transistor. Isso atrai os poucos elétrons que se encontram no silício tipo P, fazendo com que eles formem uma "ponte" de elétrons entre o emissor e o coletor. Resultado: rola uma corrente elétrica entre esses dois pólos. Nesse caso, é como se o transistor fosse um interruptor ligado

7. Cada ordem do usuário (por exemplo, apertar a letra "m" no teclado) aciona, no mínimo, oito transistores. De acordo com a ordem dada, chegam às bases dos transistores pulsos de energia diferentes, permitindo ou não a passagem de corrente

8. Quando ocorre a passagem de corrente, o transistor está ligado e é representado na linguagem do computador pelo número 1. Quando não ocorre passagem de corrente, o transistor está desligado e significa, na linguagem da máquina, o número 0. E daí?

9. Daí que cada 0 ou 1 interpretado pelo chip é chamado de bit. Um conjunto de oito bits forma um byte. Tudo que entra no chip é convertido em bytes, que fica sendo a unidade básica de informação com a qual um computador trabalha

10. Para possibilitar a troca de dados entre máquinas, os programadores criaram um código de bytes com 256 combinações, suficiente para representar todas as letras, números e símbolos usados pelo computador. É lá que está estabelecido que a letra "m" corresponde a 01101101

11. Ainda assim, o computador não teria utilidade se não houvesse algo capaz de transformar esse monte de zeros e uns numa forma compreensível para os usuários. Quem faz essa tarefa são os sistemas operacionais, como o Windows, o Linux ou o DOS, que usam o código de bytes para "traduzir" as seqüências em linhas de programação

12. Após traduzir o comando que você envia para o seu computador, o sistema operacional manda o chip enviar a informação processada para a placa de vídeo, que irá representá-la na tela da máquina. E, voilà, você consegue ver a letra "m" no monitor. Toda essa operação que você demorou para ler acontece em milésimos de segundo!

PARA ONDE VAI UM ARQUIVO DELETADO NO COMPUTADOR?

    Para lugar nenhum, a princípio. Porque, quando você dá um "delete" em um arquivo, você deixa de saber onde o dito-cujo está, mas ele continua salvo no disco rígido. Para entender melhor, imagine que a memória do computador é uma cidade e cada arquivo ocupa uma casa. Quando você acessa um arquivo, é como se o carteiro encontrasse uma casa e tocasse a campainha para entregar algo para o morador. Se o arquivo tiver sido deletado, é como se o sujeito habitasse a casa e ninguém soubesse seu endereço - ele está lá, mas não pode ser encontrado. Portanto, o arquivo só vai desaparecer mesmo quando outro arquivo for salvo na "casa" ocupada secretamente pelo arquivo apagado. Então, se você tiver apagado algo importante do seu computador, pare de usá-lo imediatamente e não salve mais nenhum arquivo novo. Porque, enquanto não for substituído, o arquivo pode ser recuperado. Existem programas especiais que conseguem recuperar arquivos apagados rastreando seu disco rígido justamente em busca desses dados "sem endereço".

sábado, 17 de outubro de 2009

COMO FUNCIONA O NITRO NOS CARROS?


O nitro literalmente dá um gás ao motor: ele aumenta a quantidade de oxigênio que entra nos cilindros. É como se, por alguns segundos, ele expandisse o volume de um motor de 1,0 litro para 1,4 litro, por exemplo. Mas, na verdade, não são os cilindros que crescem, e sim os gases que ocupam menos espaço lá dentro. Isso acontece por causa de uma propriedade química do óxido nitroso, nome do gás usado nos sistemas nitro: quando sai da forma líquida para a gasosa, ele absorve calor do ambiente. Como gases frios ocupam menos espaço que os quentes, mais ingredientes da combustão cabem ao mesmo tempo no cilindro. De quebra, ao vaporizar-se, o nitro se decompõe em gás nitrogênio e oxigênio, e este último aumenta ainda mais a força da explosão na câmara de combustão. O sistema com óxido nitroso só rola quando o carro está próximo de sua velocidade máxima e deve ser usado com moderação: fora da cidade ou em pistas com longas retas.

MOTOR "ASPIRA"
Para entender os motores envenenados, é preciso saber como funcionam os comuns:


1. O motor de praticamente todos os carros funciona em ciclos de quatro etapas. Na primeira delas, o pistão do cilindro desce, aspirando ar e gasolina pela válvula de admissão para dentro da câmara de combustão. É por causa disso que chamamos os motores convencionais de aspirados

2. Na segunda etapa do ciclo, a válvula é fechada e o pistão sobe, comprimindo a mistura de gases contida no cilindro. Quando a pressão na câmara chega ao máximo, a vela solta uma fagulha, detonando a reação de combustão entre o oxigênio do ar e o vapor de gasolina

3. A reação entre o oxigênio e a gasolina é explosiva: a energia e o volume de gases liberados empurram o pistão para baixo, girando o virabrequim e o eixo do motor. A energia dessa explosão é que faz o carro se mover. Antes que esse ciclo recomece, a válvula de escape se abre para a saída dos produtos da combustão

4. A potência do motor é proporcional à soma da energia liberada pela explosão em cada cilindro. Nos carros não tunados, dá para aumentar a potência quando se amplia o número de cilindros ou o volume deles, para multiplicar a energia da combustão


EXPLOSÃO ABAIXO DE ZERO:
Nitro resfria e aumenta capacidade gasosa do cilindro do carro

1. Para quem não se contenta com o original de fábrica, o sistema nitro ajuda a envenenar o motor do carro. O principal ingrediente dele é o óxido nitroso (N2O), que fica guardado na forma líquida, sob alta pressão, num cilindro com uma válvula especial. Na hora do agito, ela é aberta pelo motorista por um controle no painel

2. Na entrada dos cilindros, duas válvulas solenóides controlam a entrada e a saída do nitro. Quando chega ao motor, o nitro passa do estado líquido para o gasoso. Nesse processo, ele resfria o ar no cilindro. Como gases frios ocupam menos espaço, mais moléculas de gás, oxigênio e gasolina conseguem entrar no mesmo volume

3. Além de fazer o cilindro comportar mais gases, o óxido nitroso se decompõe durante a vaporização e libera ainda mais moléculas de oxigênio para a reação com a gasolina na câmara. Resultado: explosões mais violentas e 30 a 40% a mais de potência no ato. O problema é que o nitro acaba em segundos, e a arrancada também

ALTA ROTAÇÃO:

Turbo aumenta poder de fogo do motor com ar do próprio escapamento

1. Outra maneira de elevar a potência do motor é usar um turbocompressor, o famoso turbo. Ele aproveita o ar que sai da válvula de escape do motor para girar uma turbina, que, por sua vez, gira uma hélice do outro lado do equipamento, que suga ar do ambiente

2. O ar puxado pela hélice vai para um compressor, que abastece a válvula de admissão com ar comprimido. Em cada ciclo do motor entra mais oxigênio e combustível na câmara, gerando uma explosão mais poderosa e, logo, mais potência. O blower faz a mesma coisa, mas usa o próprio giro do motor para comprimir o ar

DUELO SOBRE O CAPÔ:

Veja as vantagens e as desvantagens de cada sistema

NITRO:

GANHO DE POTÊNCIA - 30 a 40%
QUANDO FUNCIONA - No auge de trabalho normal do motor
DURAÇÃO DO EFEITO - 15 a 45 segundos, dependendo do tamanho do cilindro
EFEITO ARRANCADA - Uma vez ligado, ele voa de uma vez, como uma pedra de estilingue
CONSUMO - Durante o uso, o consumo aumenta em até 80%. Como dura poucos segundos, não muda muito o consumo em longas distâncias
FLEXIBILIDADE - Só pode ser usado onde houver espaço de reta no caminho

TURBO:
GANHO DE POTÊNÇIA- 30 a 40%

QUANDO FUNÇIONA - Progressivamente: quanto mais rápido, mais potência adiciona

DURAÇÃO DO EFEITO - Não depende de um combustível extra, então não acaba

EFEITO ARRANCADA - Como agrega potência aos poucos, não tem uma "estilingada" tão forte

CONSUMO - Como funciona sempre que o motor aumenta o giro, transforma o carro num

beberrão de combustível

FLEXIBILIDADE - Mesmo em distâncias mais curtas ele é útil

QUAL O MAIOR PRÉDIO DO BRASIL?




Sem contar as altíssimas torres de televisão (a da TV Bandeirantes, em São Paulo, alcança 212 metros), o prédio mais alto do Brasil é o Mirante do Vale, ou Palácio Zarzur Kogan (como era chamado originalmente), no meio do Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo. Construído em 1960, o Mirante do Vale é um arranha-céu exclusivamente comercial, com 10 mil funcionários e um público circulante de 30 mil visitantes por dia. Mas, apesar de olhar os demais edifícios brasileiros de cima, o Mirante é um sobradinho chechelento se comparado ao prédio mais alto do mundo, o Taipei 101, em Taiwan, com 509 metros de pura vertigem e 101 pavimentos - daí o nome. Para não tornar os mais de 100 andares uma chateação para os freqüentadores de lá, o Taipei 101 encomendou elevadores-bala, que atingem 63 km/h. Mas logo, logo o prédio de Taiwan vai perder o pódio para um prédio que está sendo construído em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.


CENU TORRE NORTE
ALTURA - 157,9 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 34
ONDE FICA - São Paulo
INAUGURADO EM - 1999




LÉLIO GAMA
ALTURA - 160 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 40
ONDE FICA - Rio de Janeiro
INAUGURADO EM - 1970




RIO SUL CENTER
ALTURA - 164 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 50
ONDE FICA - Rio de Janeiro
INAUGURADO EM - 1980




EDIFÍCIO ITÁLIA
ALTURA - 168 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 45
ONDE FICA - São Paulo
INAUGURADO EM - 1965




MIRANTE DO VALE
ALTURA - 170 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 51
ONDE FICA - São Paulo
INAUGURADO EM - 1960




TAIPEI 101
ALTURA - 509 m
NÚMERO DE PAVIMENTOS - 101
ONDE FICA - Taipé (Taiwan)
INAUGURADO EM - 2004

TOP 10 EXERCITOS MAIS POTENTES DO PLANETA

rankings de poderio bélico são polêmicos, mas, em qualquer lista desse tipo, quem aparece no topo é o exército dos Estados Unidos (só para simplificar, uso "exército" da pergunta como sinônimo popular de Forças Armadas, incluindo aí Exército, Marinha e Aeronáutica).

1. ESTADOS UNIDOS
Efetivo: 1 414 000 soldados
armas nucleares: sim
Os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites

2. RÚSSIA
Efetivo: 988 100 soldados
Armas nucleares: sim

3. China
Efetivo: 2 270 000 soldados
Armas nucleares: sim

4. França
Efetivo: 260 400 soldados
Gasto militar anual: 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim
Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas.

5. Reino Unido
Efetivo: 210 400 soldados
Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim
O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis

6. Coréia do Norte
Efetivo: 1 082 000 soldados
Gasto militar anual: 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim
Assolado pela pobreza e pela fome, este país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coréia do Sul desde a década de 40, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares

7. Índia
Efetivo: 1 298 000 soldados
Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

8. Paquistão
Efetivo: 620 000 soldados
Gasto militar anual: 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

9. Coréia do Sul
Efetivo: 686 000 soldados
Gasto militar anual: 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante)
Armas nucleares: não

10. Israel
Efetivo: 161 500 soldados
Gasto militar anual: 9,4 bilhões de dólares (1 499 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim
Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes.

E O BRASIL?
não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos - a única certeza é que não chegaríamos ao Top 10, pois nem testes nucleares faz, não desenvolve tecnologias nem nada...
mas é o mais potente e com maior numero de soldados da america látina, com um efetivo de 210 mil soldados.